8 estabelecimentos brasileiros que aceitam bitcoin ...

[IAMA] Sou Fabio Anjos, Fundador da Rexbit – Empresa na Área de Educação em Bitcoin / Pergunte-me qualquer coisa do meu trabalho educacional e expansão de mercado em Aracaju.

Em 3 meses, a Rexbit ajudou a introduzir o Bitcoin de forma educativa para mais 120 pessoas e está desenvolvendo o mercado de bitcoin na cidade de Aracaju onde já existem mais 40 pontos que aceitam a moeda. A capital Sergipana é considerada a capital brasileira do Bitcoin, com quase 1/3 dos pontos do país. (Ver: www.mapabitcoin.com.br).
Um pouco de minha formação e trajetória profisional: Eng. Civil (Universidade Federal de Sergipe - UFS - 2006) / Especialista em Gestão e Engenharia de Petróleo de Gás (Instituto Nacional de Pós Graduação - INPG - 2007) / Professor de exatas (Ensino Médio e Superior de 1997 a 2006) / Diretor Executivo da loja de e-commerce Outlet Suplementos (2011 a 2013) / CEO Rexbit e Diretor da Rádio Bitcoin.
Este [IAMA] encerrou-se às 22:30 do dia 04/06/2015. Novas perguntas podem ser postadas e serão respondidas assim que possível. Obrigado a todos que participaram.
submitted by fabioanjos to BrasilBitcoin [link] [comments]

/r/oBitcoin FAQ - Novatos por favor leiam

Bem vindo ao /oBitcoin FAQ fixada

O texto que se encontra aqui foi desenvolvido por Mtzrkov e outros em Github.com/btcbrdev/oBitcoin e está em domínio público para ser usado livremente por qualquer um.

O que é bitcoin?

Bitcoin (BTC ou XBT) é o primeiro e mais importante dinheiro eletrônico sem autoridade central, baseado numa tecnologia open-source inédita chamada Blockchain, que foi desenvolvida por Satoshi Nakamoto em janeiro de 2009. Essa tecnologia permite a criação de um "banco de dados" confiável P2P (ponto-a-ponto), o que abre caminho para muitos tipos de inovação, sendo uma delas o próprio bitcoin e outras como contratos descentralizados, por exemplo.
Nota: normalmente emprega-se "Bitcoin" em maiúsculo para se referir ao protocolo (baseado na tecnologia Blockchain) e em minúsculo "bitcoin" para se referir a uma unidade da moeda.
O Bitcoin, além de um bem digital, pode ser considerado também um sistema de pagamento, totalmente independente de qualquer sistema já existente, como cartões de crédito, Paypal, bancos e outros. Sua capacidade atual estimada é de 7 transações por segundo, mas essa capacidade pode ser aumentada com o passar do tempo se houver necessidade. Por ser puramente digital e distribuído, o Bitcoin funciona 24/7 e tem alcance mundial, além de ter locais especializados de troca pela moeda local (chamados exchange) nas principais cidades do mundo.
A segurança da rede do Bitcoin, ou seja, o que garante que não existirá um chamado "gasto duplo" do mesmo dinheiro, é o consenso da rede P2P feito pela validação das transações por parte dos mineradores. Para que um minerador consiga incluir um bloco válido na rede, ele precisa utilizar um grande poder computacional. O processo de mineração consiste na realização de cálculos matemáticos para a seleção de quais transações válidas serão incluídas no próximo novo bloco do Blockchain, excluindo aquelas que tiveram uma tentativa de "gasto duplo" naquele período. Cada nó da rede, além dos mineradores, também é capaz de verificar a validade das transações incluídas no bloco. É nesse processo também que aparecem os "bitcoins ainda não descobertos". A distribuição dos bitcoins é feita de forma previsível, tendo uma queda de recompensa pela metade de 4 em 4 anos. Serão encontrados no máximo 21 milhões de unidades da moeda.

Quanto vale um bitcoin?

O preço de mercado de um bitcoin é determinado através da lei da oferta e da procura, portanto estando sujeito a variações de preço por causa de acontecimentos políticos e econômicos (como desvalorização e inflação de moedas estatais, conflitos, maior demanda por Bitcoin etc).
Assim como nas moedas estatais, o preço do bitcoin varia e pode ser diferente dependendo do lugar em que for negociado.
Se você for comprar dólares no Brasil, você terá que procurar uma casa de câmbio que poderá ter a cotação de R$ 3,00 por dólar, por exemplo. Caso vá a outra casa de câmbio, você poderá notar que o preço poderá ser ligeiramente diferente, além das taxas também variarem. Com o Bitcoin não é diferente. Essa variação entre as exchanges (nome comumente usado para se refererir aos locais de compra e venda de bitcoin) são equilibradas pelo mercado através de operações de arbitragem (comprar num lugar mais barato e vender num mais caro).
Para se ter uma ideia do preço médio do bitcoin, você pode dar uma olhada em sites como os que seguem:
Para um gráfico do preço ao longo do tempo, acesse:

Volatilidade

Por ser uma moeda ainda muito recente (inventada em jan/2009) e ainda não muito utilizada, seu preço de mercado ainda é muito volátil. Isso faz do bitcoin um investimento de risco atualmente. O preço tende a ficar mais estável ao longo do tempo, quando o mercado puder definir com mais exatidão seu "preço real". As oscilações também tendem a diminuir conforme o seu market cap (quantidade de moedas x preço) aumentar. Hoje (2015) o market cap do bitcoin é de US$ 3 bi, o que pode ser considerado pouco se comparado ao valor de algumas empresas como a Dell (US$ 24 bi) ou ainda de outras commodities como o ouro (US$ 2.600 bi).
Para um gráfico da volatidade ao longo do tempo, acesse:

Como obter bitcoins?

O bitcoin é um bem digital e assim como outros bens, pode ser adquirido de diversas formas:

1. Negociação direta (P2P / pessoa a pessoa)

Uma das maneiras mais baratas de se negociar bitcoins, porque não tem taxas, é comprando diretamente de outras pessoas que já possuem a moeda. As duas partes chegam a um acordo de preço e a troca é feita. Geralmente quem tem menos reputação entrega o bitcoin ou a moeda local primeiro.
Por ser uma maneira relativamente arriscada, pois não há um mediador para casos de descumprimento de uma das partes, a reputação de alguém deve ser muito considerada. Exemplo: prefira negociar com alguém do seu círculo de amizades (rede de confiança), alguém que você confie muito como familiares e amigos, ou por uma indicação (amigo de amigo). Se a outra parte tem uma reputação duvidosa, prefira negociar aos poucos (divida os valores em várias partes menores e vá trocando aos poucos).
Algumas ferramentas auxiliam nesse processo de reputação e rede de confiança, sendo elas:

2. Negociação indireta (com intermediário)

Outra forma de se negociar bitcoins (e essa provavelmente é a maneira mais conveniente, embora não seja a mais barata) é utilizando um intermediário que viabilize a compra e venda de bitcoins entre pessoas interessadas. Esses intermediários são as "corretoras" ou "bolsas" de bitcoins (mais conhecidas por exchanges).
Essas corretoras fornecem um serviço de intermediação entre compradores e vendedores de bitcoin, cobrando uma taxa para tal. Por causa disso o bitcoin nas corretoras tem um preço final um pouco mais alto do que se fosse comprar de outras maneiras, mas devido ao altíssimo volume, uma operação pode ser realizada instantaneamente.
Além de usar exchanges, você também pode encontrar um intermediário na relação P2P, tornando-a mais segura. Exemplo: um amigo em comum, que pode levar uma comissão previamente combinada para intermediar as duas partes.
Você pode conferir uma lista de corretoras no ExchangeWar. Algumas das principais corretoras brasileiras são:

Onde gastar bitcoins?

Hoje é virtualmente possível gastar os bitcoins em qualquer lugar, usando algum intermediário para trocá-los imediatamente sob demanda por alguma moeda local, como numa exchange ou com serviços como Neteller, Xapo ou Gyft.
Alguns locais porém já aceitam a moeda digital diretamente, como é o caso da Microsoft, Dell e Overstock, além de inúmeras outras ao redor do mundo.
Confira uma lista com mais de 100 mil lugares que já aceitam diretamente o bitcoin em SpendBitcoins ou no CoinMap.
Segue algumas listas de locais que aceitam bitcoin no Brasil:

Como minerar bitcoins?

Para minerar bitcoins você precisa executar um software em um computador especializado (ASIC) que possa realizar uma grande quantidade de operações matemáticas demandada pelo sistema de consenso P2P do bitcoin.
Logo após a criação do Bitcoin em 2009, era possível e rentável minerar bitcoins utilizando o processamento de computadores pessoais (através de simples processadores e placas de vídeo), mas com o tempo essa atividade deixou de ser rentável e tornou-se praticamente impossível para tais máquinas. Isso aconteceu pois o interesse no Bitcoin aumentou muito, trazendo assim mais pessoas para a mineração e impulsionando uma corrida por maior quantidade de processamento. Com o avanço da tecnologia e o aumento do interesse por Bitcoin, mais poder de processamento foi adicionado à rede Bitcoin e isso resultou em um aumento da dificuldade para se encontrar novos Blocos.
Essa é uma característica do protocolo Bitcoin: quanto maior o poder de processamento da rede, maior a dificuldade para se minerar bitcoins - ou seja, maior a dificuldade para se descobrir novos Blocos. Um bloco é um arquivo que possui uma identificação (data, hora e informações genéricas) e um registro das transações (movimentação de bitcoins entre endereços) mais recentes. Resumidamente, os mineradores são uma forma de manter a rede Bitcoin segura e operante, algo que demanda muito poder de processamento (o que torna inviável o uso computadores de propósito geral para tal fim) e que, como retribuição por essa tarefa importante, gera uma recompensa em bitcoins pelo trabalho.
Todas as transações, ou seja, as movimentações em bitcoins realizadas entre endereços (carteiras), são anônimas pois se caracterizam como uma transferência de fundos de um endereço Bitcoin para outro, que, embora tenham relação indireta com pessoas reais, não possuem uma relação direta. Ou seja, não é possível dizer com absoluta certeza que determinada pessoa é detentora de um endereço a menos que ela diga isso em algum lugar - o que torna o Bitcoin algo pseudônimo, não anônimo (você é anônimo apenas se quiser e tiver conhecimentos para tal). Todas as transações da história da rede Bitcoin são públicas e podem ser conferidas em sites como o Blockchain Info.
Então...é impossível minerar hoje em dia num PC comum ou notebook? Sim, mas não é lucrativo. Para isso existem os ASICs (Circuitos Integrados de Aplicação Específica, em inglês Application Specific Integrated Circuits), hardwares específicos para mineração. Há uma lista na Bitcoin Wiki, em inglês, onde estão listados todos os ASICs disponíveis no mercado e também placas gráficas e processadores. É importante notar que embora seja possível minerar bitcoins, não é algo recomendado aos brasileiros, uma vez que o equipamento é caro, importado e possui taxas de importação - além da energia elétrica brasileira, que inviabiliza totalmente o processo.
Nota: Em processo de desenvolvimento: Guardando seus bitcoins e Ganhando bitcoins.

Unidades comuns do bitcoin

Unidade Abreviação Quantidade em bitcoin Uso Nome alternativo
Bitcoin BTC 1,00000000 Unidade básica, usada no client padrão. XBT
millibit mBTC 0,00100000 Padrão em diversos serviços. -
bit μBTC 0,00000100 Possível novo padrão a ser adotado. microbit
Satoshi - 0.00000001 Frequentemente usado para negociar altcoins, menor unidade possível. -

Comunidade brasileira

submitted by felipelalli to oBitcoin [link] [comments]

Compra de gift cards com bitcoin

Loja virtual gringa especialista que aceita bitcoin como principal pagamento, na loja vendem gift cards de varias empresas.. play store, ebay, amazon entre outros cards, a loja esta analisada como uma das melhores lojas de gift que aceitam o bitcoin no momento.. a loja tambem aceitam paypal so que o forte é a moeda virtual, por ser uma loja gringa tambem tem muitas funcionalidades para o brasil tambem que no caso algums gift tem opções de utilização brasileira por exemplo para o saldo ebay do gift card você pode estar comprar em diversos paises no site com o saldo comprando coisas brasileiras com cotações de dolar.
Site: https://gyft.com/
submitted by souzapex to oBitcoin [link] [comments]

[IAMA] Com Fabio Anjos dia 4/06/2015 as 20:00

Em 3 meses, a Rexbit formou mais de 40 bitcoiners e está desenvolvendo o mercado de bitcoin na cidade de Aracaju onde já existem mais 40 pontos que aceitam a moeda. A capital Sergipana é considerada a capital brasileira do Bitcoin, com quase 1/3 dos pontos do país.
Fabio Anjos Eng. Civil (Universidade Federal de Sergipe - UFS - 2006) / Especialista em Gestão e Engenharia de Petróleo de Gás (Instituto Nacional de Pós Graduação - INPG - 2007) / Professor de exatas (Ensino Médio e Superior de 1997 a 2006) / Diretor Executivo da loja de e-commerce Outlet Suplementos (2011 a 2013) / Entusiasta do Bitcoin / Atualmente CEO da Rexbit - Empresa na Área de Educação em Bitcoin / Diretor da Rádio Bitcoin
submitted by brasilbitcoin to BrasilBitcoin [link] [comments]

O Bitcoin entra na real *Valor Econômico*

A ideia de romper fronteiras entre o mundo digital e o físico permeia enredos de ficção científica há décadas. Mas e se o mundo real começar, de verdade, a ficar mais virtual? É uma façanha que, parece, o bitcoin (BTC) tem conseguido levar adiante, mesmo após as turbulências dos últimos meses, que colocam em xeque o futuro do dinheiro virtual.
O Brasil já conta com 51 estabelecimentos, entre bares, pousadas, restaurantes, lojas e até uma clínica de cirurgia plástica, que, além de reais, recebem também dinheiro virtual. Em um mês esse número quase dobrou: em fevereiro, segundo o serviço CoinMap, que mapeia os lugares nos quais se pode usar BTC como pagamento, o país contava com 27 pontos.
Na América Latina, o Brasil não é o maior mercado. A Argentina exibe 107 estabelecimentos. E, no mundo todo, já são 3,6 mil, de acordo com o CoinMap, o que representa um crescimento de 38% em relação a fevereiro.
De acordo com estimativas da "exchange" brasileira BitInvest, que faz a intermediação de troca de reais por bitcoins, o mercado doméstico já movimenta R$ 20 milhões por mês, em cerca de 400 mil transações. "A maior parte dos negócios se concentra nas exchanges, mas há ainda negociações diretas entre usuários", afirma Flavio Prippas, sócio da BitInvest, que tem no currículo passagem pelo banco americano JP Morgan, como diretor de tecnologia.
Ainda concentrado, o mercado brasileiro conta com três principais exchanges. A mais antiga do país, o Mercado Bitcoin, existe desde 2011 e movimenta sozinha R$ 8 milhões por mês, segundo Rodrigo Batista, sócio da casa de câmbio digital e ex-executivo do banco americano Morgan Stanley. "A imensa maioria dos clientes faz investimentos pequenos, entre R$ 500 e R$ 1.000", diz.
O crescimento do interesse pelo bitcoin ganhou impulso, principalmente, após declaração do ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Ben Bernanke, que foi vista pelo mercado como uma espécie de benção cautelosa ao sistema. Ainda no cargo, Bernanke chamou as "moedas virtuais", como classificou essas inovações, de "uma promessa de longo prazo".
A opinião do comandante da autoridade monetária dos EUA, divulgada em novembro de 2013, deflagrou uma espécie de corrida especulativa ao ouro digital, que levou o bitcoin a acumular valorização de mais de 5.000% no ano passado.
A alta alavancada pela especulação colocou os bitcoins no radar de investidores e de um número crescente de empresas, que passaram a aceitar o dinheiro virtual como alternativa de recebimento por serviços ou produtos. Especialistas, no entanto, alertam para os riscos embutidos nesse tipo de operação. "Ninguém consegue dizer qual valor real o bitcoin vai ter no futuro. Não há nenhuma base", resume o professor de finanças do Insper, Michel Viriato.
A visibilidade acabou expondo a face perigosa da moeda digital, que não tem supervisão de nenhum banco central ou ainda distribuição controlada. A valorização atraiu a atenção de cyber criminosos, que levaram ao fechamento em 25 de fevereiro da maior bolsa de negociações mundial de bitcoins, a japonesa MTGox, que gerou prejuízo de quase US$ 500 milhões e a perda de 750 mil bitcoins. Outro baque veio com o encerramento da canadense Flexcoin, em 4 de março, após um roubo de 896 bitcoins ou US$ 600 mil.
Os problemas trouxeram à tona os riscos de um mercado não regulado, sujeito a manipulação e com brechas de segurança, ameaçando o futuro do dinheiro virtual. Autoridades no mundo todo, inclusive o banco central brasileiro, já alertaram que estão de olho na evolução do uso dessas moedas, apesar de minimizarem o risco que representam ao sistema financeiro (leia mais na página D3). Ainda assim, o Bitcoin continua a ganhar adeptos no mundo real. E não apenas pessoas físicas, mas cada vez mais empresas passam a usar a moeda digital.
Desde janeiro, a loja paulistana Pallas, que vende roupas íntimas e de ginástica femininas, recebe pagamentos em bitcoins. Segundo Abelardo Bias Sobrinho, sócio do empreendimento, a opção pela moeda digital surgiu por dois motivos distintos. "Com o bitcoin podemos escapar das taxas de bancos e das operadoras de cartão de crédito e débito. Também tem a questão da segurança, porque somos um ponto de rua e já fomos assaltados, e dinheiro em papel é mais fácil ser roubado", afirma.
Apesar de oferecer há três meses a opção de pagamento, a loja ainda não recebeu nenhum pagamento com o dinheiro virtual. "Temos recebido muitas consultas, mas quem tem carteira com bitcoins prefere segurar de olho na valorização nos últimos meses", diz o sócio da Pallas.
Um dos primeiros estabelecimentos a aceitar bitcoins no país, o bar e oficina de bicicletas Las Magrelas, de São Paulo, já recebeu sete pagamentos na moeda digital. "A gente começou a aceitar a moeda digital em junho do ano passado. Foi uma maneira de driblar a taxação das instituições financeiras e também de atrair um público mais ligado à tecnologia", afirma Rafael Rodo, sócio do empreendimento.
A pousada Kyrios, em São Sebastião, no litoral norte paulista, já conta um ano desde que passou a aceitar o bitcoin. De acordo com Maria Fátima Regina de Moura, dona da hospedagem, "as consultas para estadias com pagamento em moeda digital aumentaram muito a partir do fim do ano passado". Hoje representam 5% dos pedidos por informações de reservas. Como a volatilidade do bitcoin é muito alta, a pousada optou por converter o valor da diária em dólares e depois em BTC, de acordo com a cotação do dia.
Novata no território das moedas digitais, a clínica estética Renova Pele, de Jundiaí, no interior de São Paulo, aderiu ao bitcoin há pouco mais de duas semanas. Paulo Martin, 40 anos, cirurgião plástico associado ao estabelecimento, conta que a valorização do dinheiro virtual no fim de 2013 foi decisiva para sua aceitação como meio de pagamento. "A moeda já subiu muito de valor e esperamos que tenha atingido um patamar mais sólido para as pessoas poderem usar como forma de pagamento", diz. Segundo o profissional, qualquer serviço da clínica pode ser pago com bitcoin, até mesmo cirurgias plásticas e aplicações de botox.
A ligação de Martin com a moeda virtual vai além do lado profissional. "Estou comprando e guardando bitcoins numa carteira virtual como investimento", conta o cirurgião, que começou a aplicar em BTC em novembro. "Já consegui um bom ganho", diz, sem revelar a valorização.
Embora a possibilidade de valorização seja sedutora, há usuários que veem outros atrativos na moeda digital. O empresário Marco Gomes, 27 anos, declara-se um entusiasta do bitcoin. "Já fiz micropagamento de conteúdo de centavos de dólar em sites americanos e até doações para ONGs internacionais sem pagar nenhuma taxa de cartão", conta. Embora reconheça a possibilidade de ganho com valorização, Gomes não recomenda a aquisição de bitcoins como investimento. "Para mim o valor está no uso em transferências internacionais, como meio de pagamento e micropagamentos."
Já o professor de inglês Leandro Torricelli, de 28 anos, que montou uma carteira de bitcoins no fim de 2013, tem uma meta específica para o uso da moeda digital. "Quero guardar para uma viagem à Europa porque o exterior tem muitos lugares que aceitam. Para quem gosta de viajar é ótimo, porque não precisar fazer câmbio e pode pagar diretamente sem ter de converter o dinheiro", diz.
Fonte Valor Economico
submitted by allex2501 to BrasilBitcoin [link] [comments]

Empresas Brasileiras Aceitam Bitcoin Top 10 Sites do Brasil que Aceitam PayPal - YouTube CARTEIRA DIGITAL GRÁTIS + GUIA DE LOJAS QUE ACEITAM BITCOINS. Hospedagens de Sites que Aceitam Bitcoin como Pagamento Lojas Que Aceitam Bitcoin no Brasil - YouTube

Uma das principais desvantagens de usar bitcoins é que a moeda virtual não é aceita como forma de pagamento em muitos estabelecimentos. Mas essa realidade tende a mudar conforme mais pessoas começam a adotá-la. Assim, a cada dia que passa, o número de lojas que aceitam bitcoin aumenta. Descubra que lojas aceitam Bitcoin no Brasil (Foto: Divulgação/FISL) A Rexbit, empresa especializada na educação em Bitcoin no Brasil, mapeou os empreendimentos que aceitam esse tipo de pagamento e criou o Mapa Bitcoin (mapabitcoin.com.br). Nele, é só procurar pela sua cidade para obter informações sobre as lojas registradas, como endereço, site e contato. Uma curiosidade é que, por ... No empresas brasileiras que aceitam bitcoin, provavelmente seria impossível "banir todas as criptomoedas em todo o mundo". Shopping Paço Alfândega: todas as lojas e atrações desse shopping localizado em Recife PE aceitam bitcoins. Contents. Hospedagem em Orlando com Bitcoin; Em quais estabelecimentos e onde se pode pagar com Bitcoin ; Cryptocurrency e DLT: já é hora de levar o mercado ... Subway: ainda nos Estados Unidos, algumas lojas da rede Subway aceitam Bitcoin como forma de pagamento dos seus sanduíches e outros produtos. Pizzaria Camelo e Tartuferia San Paolo: aqui no Brasil, em São Paulo, esses dois restaurantes permitem que seus clientes paguem suas refeições com Bitcoin. Lojas Brasileiras que aceitam Bitcoin como ... Mesmo assim, cresce o número de locais que aceitam o bitcoin como forma de pagamento. Atualmente, estima-se que este número seja um pouco maior do que 11,5 mil em todo o mundo, segundo a página coinmap.org. No início do ano passado eram 8.186 estabelecimentos. No Brasil, não há um número exato de lugares que aceitam negociações na ...

[index] [20489] [21927] [13917] [50335] [24705] [39133] [8066] [40639] [50366] [26930]

Empresas Brasileiras Aceitam Bitcoin

Lojas Que Aceitam Bitcoin no Brasil e você não sabia. ===== 💻 TREINAMENTO ️ http://bit.ly/Aprender-Tudo-Sobre-Bitcoin Um guia bem completo de estabelecimentos que aceitam Bitcoin e outras Criptomoedas, com quase 10 MIL pontos de atendimento! Mapa Bitcoin, lojas que aceitam Bitcoin, notícias diárias, analises e ... Empresas Brasileiras Aceitam Bitcoin outrarenda. Loading... Unsubscribe from outrarenda? ... Lojas que aceitam bitcoin - Duration: 5:11. Daniel Fraga 20,721 views. 5:11. Bobby Owsinski - Improve ... Baixe e cadastre-se no BitOfertas. Ele de fornecerá sua carteira digital e é também um guia onde estão relacionadas todas as lojas e comércios que aceitam o Bitcoin como pagamento. Não se ... Hoje eu trago pra vocês uma lista com 6 lojas brasileiras que aceitam pagamento via paypal, para você comprar produtos, roupas, sapatos utilizando saldo do p...

#